CULTURA PROJETOS
H I S T O R I A do M Ê S
Chico Buarque
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
| Chico Buarque | |
|---|---|
| Chico Buarque recebendo o prêmio de melhor livro na 5º edição do prêmio BRAVO! Prime de Cultura em 2009 | |
| Informação geral | |
| Nome completo | Francisco Buarque de Hollanda |
| Apelido | Chico Buarque |
| Nascimento | 19 de junho de 1944 (67 anos) |
| Local de nascimento | Rio de Janeiro, RJ |
| País | |
| Gêneros | MPB, samba, bossa nova, choro |
| Ocupação | cantor, compositor, dramaturgo, escritor |
| Instrumentos | vocal, violão |
| Período em atividade | 1962 - |
| Afiliações | Caetano Veloso Milton Nascimento Tom Jobim |
| Influência(s) | Noel Rosa Ismael Silva Roberto Menescal Luiz Bonfá Jacques Brel João Donato João Gilberto Dori Caymmi Edu Lobo Elis Regina Cartola Tom Jobim Baden Powell Vinícius de Moraes[1] |
| Página oficial | Site oficial |
Filho do historiador Sérgio Buarque de Holanda, iniciou sua carreira como escritor em 1962, quando escreveu seu primeiro conto aos 18 anos,[5] ganhando destaque como cantor a partir de 1966, quando lançou seu primeiro álbum, Chico Buarque de Hollanda, e venceu o Festival de Música Popular Brasileira com a música A Banda. Socialista declarado[6][7] autoexilou-se na Itália em 1969, devido à crescente repressão da ditadura militar no Brasil nos chamados "anos de chumbo", tornando-se, ao retornar, em 1970, um dos artistas mais ativos na crítica política e na luta pela democratização no país. Na carreira literária, foi vencedor de três Prêmios Jabuti: o de melhor romance em 1992 com Estorvo e o de Livro do Ano, tanto pelo livro Budapeste, lançado em 2004, como por Leite Derramado, em 2010.
Foi casado por quase trinta anos com a atriz Marieta Severo, com quem teve três filhas.[8][9] Chico é irmão das cantoras Miúcha, Ana de Hollanda e Cristina. Ao contrário da crença popular, Aurélio Buarque era apenas um primo distante do pai de Chico.[10]
[editar] Biografia
Chico nasceu em 19 de junho de 1944 na cidade do Rio de Janeiro, é filho de Sérgio Buarque de Holanda (1902–1982), um importante historiador e jornalista brasileiro e de Maria Amélia Cesário Alvim (1910–2010), pintora e pianista.[5]Em 1946, mudou-se para a capital São Paulo, onde o pai assumiu a direção do Museu do Ipiranga. Chico sempre revelou interesses pela música, tal interess foi bastante reforçado pela convivência com intelectuais como Vinicius de Moraes e Paulo Vanzolini.[11]
Em 1953, Sérgio Buarque de Holanda, pai do cantor, foi convidado para lecionar na Universidade de Roma. A família Buarque de Hollanda, então, muda-se para a Itália. Chico aprende dois idiomas estrangeiros, na escola fala inglês, e nas ruas, italiano. Nessa época, compõe as suas primeiras marchinhas de Carnaval.[11]
De volta ao Brasil, em 1970, produz suas primeiras crônicas no jornal Verbômidas, do Colégio Santa Cruz de São Paulo, nome criado por ele.[12] Sua primeira aparição na imprensa, porém, não foi em relação ao seu trabalho, mas sim policial. Publicada, no jornal Última Hora, de São Paulo, a notícia de que Chico e um amigo furtaram um carro nas proximidades do estádio do Pacaembu para passear pela madrugada paulista foi anunciada com a manchete "Pivetes furtaram um carro: presos".[13][14]
[editar] Início de carreira
Chico Buarque chegou a ingressar no curso de Arquitetura na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU) em 1963. Cursou dois anos e parou em 1965, quando começou a se dedicar à carreira artística. Neste ano, lançou Sonho de Carnaval, inscrita no I Festival Nacional de Música Popular Brasileira, transmitida pela TV Excelsior, além de Pedro Pedreiro, música fundamental para experimentação do modo como viria a trabalhar os versos, com rigoroso trabalho estilístico morfológico e politização, mais significativamente na década de 1970. A primeira composição séria, Canção dos Olhos, é de 1961.Conheceu Elis Regina, que havia vencido o Festival de Música Popular Brasileira (1965) com a canção Arrastão, mas a cantora acabou desistindo de gravá-lo devido à impaciência com a timidez do compositor. Chico Buarque revelou-se ao público brasileiro quando ganhou o mesmo Festival, no ano seguinte (1966), transmitido pela TV Record, com A Banda, interpretada por Nara Leão (empatou em primeiro lugar com Disparada, de Geraldo Vandré e interpretado por Jair Rodrigues). No entanto, Zuza Homem de Mello, no livro A Era dos Festivais: Uma Parábola, revelou que "A Banda" venceu o festival. O musicólogo preservou por décadas as folhas de votação do festival. Nelas, consta que a música "A Banda" ganhou a competição por 7 a 5. Chico, ao perceber que ganharia, foi até o presidente da comissão e disse não aceitar a derrota de Disparada. Caso isso acontecesse, iria na mesma hora entregar o prêmio ao concorrente.
No dia 10 de outubro de 1966, data da final, iniciou o processo que designaria Chico Buarque como unanimidade nacional, alcunha criada por Millôr Fernandes.
Canções como Ela e sua Janela, de 1966, começam a demonstrar a face lírica do compositor. Com a observação da sociedade, como nas diversas vezes em que citação do vocábulo janela está presente em suas primeiras canções: Juca, Januária, Carolina, A Banda e Madalena foi pro Mar. As influências de Noel Rosa podem ser notadas em A Rita, 1965, citado na letra, e Ismael Silva, como em marchas-ranchos.
[editar] Festivais de MPB na década de 1960
No festival de 1967 faria sucesso também com Roda Viva, interpretada por ele e pelo grupo MPB-4 — amigos e intérpretes de muitas de suas canções. Em 1968 voltou a vencer outro Festival, o III Festival Internacional da Canção da TV Globo. Como compositor, em parceira com Tom Jobim, com a canção Sabiá. Mas desta vez a vitória foi contestada pelo público, que preferiu a canção que ficou em segundo lugar: Pra não dizer que não falei de flores, de Geraldo Vandré.A participação no Festival, com A Banda, marcou a primeira aparição pública de grande repercussão apresentando um estilo amparado no movimento musical urbano carioca da Bossa nova, surgido em 1957. Ao longo da carreira, o samba e a MPB também seriam estilos amplamente explorados.
[editar] Trilha-sonora e adaptações de livros
Chico participou como autor e compôs várias canções de sucesso para o filme Quando o Carnaval chegar, musical de Cacá Diegues. Compôs a canção-tema do longa-metragem Vai trabalhar Vagabundo, de Hugo Carvana — Carvana chegou a modificar o roteiro a fim de usá-la melhor. Faria o mesmo com os filmes seguintes desse diretor: Se segura malandro e Vai trabalhar vagabundo II. Adaptou canções de uma peça infantil para o filme Os Saltimbancos Trapalhões do grupo humorístico Os Trapalhões e com interpretações de Lucinha Lins. Outras adaptações de uma peça homônima de sua autoria foram feitas para o filme A Ópera do Malandro (filme), mais um musical cinematográfico. Vários filmes que tiveram canções-temas de sua autoria e que fizeram muito sucesso além dos citados: Bye Bye Brasil, Dona Flor e seus dois maridos e Eu te amo, os dois últimos com Sônia Braga. Recentemente, chegou a ter uma participação especial como ator no filme Ed Mort. Ele escreveu um livro que virou filme, Benjamim, que foi ao ar nos cinemas em 2003, tendo como personagens principais Cleo Pires, Danton Melo e Paulo José.Em maio de 2009, é lançado o filme Budapeste com roteiro baseado em livro homônimo de Chico Buarque. No filme há também a participação especial do escritor.
[editar] Teatro e literatura
Musicou as peças Morte e vida severina e o infantil Os Saltimbancos. Escreveu também várias peças de teatro, entre elas Roda Viva (proibida), Gota d'Água, Calabar (proibida), Ópera do malandro e alguns livros: Estorvo, Benjamim, Budapeste e Leite Derramado.Chico Buarque sempre se destacou como cronista nos tempos de colégio; seu primeiro livro foi publicado em 1966, trazendo os manuscritos das primeiras composições e o conto Ulisses, e ainda uma crônica de Carlos Drummond de Andrade sobre A Banda. Em 1974, escreve a novela pecuária Fazenda modelo e, em 1979, Chapeuzinho Amarelo, um livro-poema para crianças. A bordo do Rui Barbosa foi escrito em 1963 ou 1964 e publicado em 1981. Em 1991, publica o romance Estorvo (vencedor do Prêmio Jabuti de melhor romance em 1992[15])e, quatro anos depois, escreve o livro Benjamim. Em 2004, o romance Budapeste ganha o Prêmio Jabuti de Livro do Ano.[16] Em 2009, lança o livro Leite Derramado, que também recebe o Prêmio Jabuti de Livro do Ano.[16] Oficialmente, a vendagem mínima de seus livros é de 500 mil exemplares no Brasil.
[editar] Polêmica sobre o Prêmio Jabuti
Tanto Budapeste quanto Leite Derramado venceram o prêmio Jabuti como Livro do Ano sem terem vencido o mesmo prêmio na categoria Melhor Romance. Budapeste foi o terceiro colocado na premiação de melhor romance de 2004, enquanto Leite Derramado havia sido o segundo colocado em 2010. Após a escolha de 2010, muitas críticas foram feitas à forma de premiação, tendo em vista que na premiação por categorias, o júri seria composto por especialistas, sendo que na premiação para Livro do Ano, a votação representaria a vontade dos empresários do setor. Os três primeiros colocados de cada categoria concorriam ao prêmio final, de Livro do Ano. Uma petição on line, intitulada "Chico, devolve o Jabuti!", recolheu milhares de assinaturas. A editora Record (que publicara Se Eu Fechar os Olhos Agora, de Edney Silvestre, vencedor na categoria melhor romance e preterido na votação final) criticou o regulamento do prêmio, alegando que favoreceria pessoas com grande penetração na mídia e seria um desrespeito com o júri especializado e com os próprios autores, anunciando que deixaria de inscrever candidatos ao prêmio.[16] Com a polêmica, foi anunciado que em 2011 apenas os vencedores de cada categoria concorreriam à premiação final.[17][editar] Programas televisivos
Deixou de participar de programas populares de televisão, tendo problemas com o apresentador Chacrinha, que teria feito uma piada com a letra da canção Pedro Pedreiro, ao ouvir o ensaio. Irritado, Chico foi embora e nunca se apresentou no programa. O executivo Boni proibiu qualquer referência a Chico durante a programação da TV Globo, depois que ambos também tiveram um entrevero, mas por pouco tempo, uma vez que ainda durante a década de 1970 (e o começo da de 80) músicas suas constavam das trilhas de várias telenovelas, como Espelho Mágico e Sétimo Sentido. Ao fim da proibição vários anos depois, Chico aceitou fazer um programa com Caetano Veloso, que contou com a participação de outros artistas.[editar] Crítica ao Regime Militar do Brasil
Ameaçado pelo Regime Militar no Brasil, esteve auto-exilado na Itália em 1969, onde chegou a fazer espetáculos com Toquinho. Nessa época teve suas canções Apesar de você (que dizem ser uma alusão negativa ao presidente Emílio Garrastazu Médici, mas que Chico sustenta ser em referência à situação) e Cálice proibidas pela censura brasileira. Adotou o pseudônimo de Julinho da Adelaide, com o qual compôs apenas três canções: Milagre Brasileiro, Acorda amor e Jorge Maravilha. Na Itália Chico tornou-se amigo do cantor Lucio Dalla, de quem fez a belíssima Minha História, versão em português (1970) da canção Gesù Bambino (título verdadeiro 4 marzo 1943), de Lucio Dalla e Paola Palotino. Em viagem a França, tornou-se amigo de Carlos Bandeirense Mirandópolis inspirando-se em uma de suas composições para criar Samba de Orly.Ao voltar ao Brasil continuou com composições que denunciavam aspectos sociais, econômicos e culturais, como a célebre Construção ou a divertida Partido Alto. Apresentou-se com Caetano Veloso (que também foi exilado, mas na Inglaterra) e Maria Bethânia. Teve outra de suas músicas associada a críticas a um presidente do Brasil. Julinho da Adelaide, aliás, não era só um pseudônimo, mas sim a forma que o compositor encontrou para driblar a censura, então implacável ao perceber seu nome nos créditos de uma música. Para completar a farsa e dar-lhe ares de veracidade, Julinho da Adelaide chegou a ter cédula de identidade e até mesmo a conceder entrevista a um jornal da época.
Uma das canções de Chico Buarque que criticam a ditadura é uma carta em forma de música, uma carta musicada que ele fez em homenagem ao Augusto Boal, que vivia no exílio, quando o Brasil ainda vivia sob a ditadura militar.
A canção se chama Meu Caro Amigo e foi dirigida a Boal, que na época estava exilado em Lisboa. A canção foi lançada originalmente num disco de título quase igual, chamado Meus Caros Amigos, do ano de 1976.
- Nordeste já
[editar] Genealogia e parentesco com Aurélio Buarque de Hollanda Ferreira
O pai de Francisco Buarque de Hollanda, Sérgio Buarque de Hollanda, é primo em primeiro grau da mãe de Aurélio Buarque de Hollanda Ferreira, Maria Buarque Cavalcanti Accioly Lins, sendo ambos netos de Manuel Buarque de Gusmão Lima. A avó materna de Aurélio Buarque de Hollanda Ferreira, Luísa Buarque de Hollanda Cavalcanti, é irmã do avô paterno de Francisco Buarque de Hollanda, Cristóvão Buarque de Hollanda. Uma genealogia parcial,[18]- Manuel Buarque de Gusmão Lima c.c. Maria Magdalena Pais de Hollanda Cavalcanti (Pais Barreto)
- Luísa Buarque de Hollanda Cavalcanti c.c. Berino Justiniano Accioly Lins
- Maria Buarque Cavalcanti Accioly Lins c.c. Manuel Hermelindo Ferreira
- José Luís Pais Barreto Buarque
- Cristóvão Buarque de Hollanda c.c. Heloísa de Araújo
- Luísa Buarque de Hollanda Cavalcanti c.c. Berino Justiniano Accioly Lins
[editar] O "eu" feminino
Composições que se notabilizaram pela decantação de um "eu lírico" feminino, retratando temas a partir do ponto de vista das mulheres com notória poesia e beleza: esse estilo é adaptado em Com açúcar e com afeto escrito para Nara Leão; continuou nessa linha com belas canções como Olhos nos Olhos e Teresinha, gravadas por Maria Bethânia, Atrás da Porta, interpretada por Elis Regina, e Folhetim, com Gal Costa, Iolanda (versão adaptada de letra original de Pablo Milanés), num dueto com Simone, Anos Dourados – um clássico feito em parceria com Tom Jobim para a minissérie de mesmo nome e "O Meu Amor" para a peça "Ópera do Malandro" interpretada por Marieta Severo e Elba Ramalho sendo que, para essa última, fez também "Palavra de Mulher".[editar] Intérpretes de Chico Buarque
O cantor nunca se negou a oferecer composições originais a seus amigos cantores. Muitas dessas passaram a ter versões definitivas em outras vozes. Além das citadas canções do "eu" feminino de Chico, temos o exemplo da performance de Elis Regina na canção Atrás da Porta e Cio da Terra, com gravações de Milton Nascimento e da dupla rural Pena Branca & Xavantinho. Há também interpretações de Oswaldo Montenegro, que, em 1993, lançou o disco Seu Francisco, produzido por Hermínio Bello de Carvalho, e Ney Matogrosso que, em 1996, lançou Um Brasileiro.Deve-se mencionar ainda seu êxito em outras composições que fez para cantores populares que não estavam em destaque, como nos casos de Ângela Maria, que gravou Gente Humilde, e Cauby Peixoto com Bastidores. Dentre os artistas que regravaram músicas suas em estilo popular podem ser citados ainda Rolando Boldrin, que relançou Minha História, e a banda Engenheiros do Hawaii que, no ano 2000, gravou Quando o Carnaval Chegar, no álbum 10.000 Destinos.
[editar] Parceiros
Desde muito jovem, Chico conquistou reconhecimento de crítica e público tão logo os primeiros trabalhos foram apresentados. Ao longo da carreira foi parceiro como compositor e intérprete de vários dos maiores artistas da Música Popular Brasileira como Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Toquinho, Milton Nascimento e Caetano Veloso. Os parceiros mais constantes são Francis Hime e Edu Lobo.[editar] Obra teatral
Em 1965, a pedido de Roberto Freire (o escritor e terapeuta, não confundir com o político), diretor do Teatro da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (TUCA), na PUC-SP, Chico musicou o poema Morte e Vida Severina de João Cabral de Melo Neto, para a montagem da peça. Desde então, sua presença no teatro brasileiro tem sido constante:- Roda viva
- Calabar
- Gota d'água
- Ópera do malandro
A equipe também cooperou na realização do texto final através de leituras, críticas e sugestões. Nessa etapa do trabalho, muito valeram os filmes Ópera de três vinténs, de Pabst, e Getúlio Vargas, de Ana Carolina, os estudos de Bernard Dort O teatro e sua realidade, as memórias de Madame Satã, bem como a amizade e o testemunho de Grande Otelo. Participou ainda o professor Manuel Maurício de Albuquerque para uma melhor percepção dos diferentes momentos históricos em que se passam as três óperas. O professor Werneck Viana contribuiu posteriormente com observações muito esclarecedoras. E Maurício Arraes juntou-se ao grupo, já na fase de transposição do texto para o palco. A peça é dedicada à lembrança de Paulo Pontes.
- O Grande Circo Místico
[editar] Discografia
[editar] Videografia
- 2001: Chico e as Cidades (disco de ouro)
- 2003: Chico ou o país da delicadeza perdida (DVD)
- 2005: Meu Caro Amigo (DVD) (disco de platina)
- 2005: À Flor da Pele (DVD) (disco de platina)
- 2005: Vai passar (DVD) (disco de platina)
- 2005: Anos Dourados (disco de platina)
- 2005: Estação Derradeira (DVD) (disco de platina)
- 2005: Bastidores (disco de platina)
- 2006: Roda Viva
- 2006: O Futebol
- 2006: Romance
- 2006: Uma Palavra
- 2006: Cinema
- 2006: Saltimbancos
- 2006: Carioca (CD + DVD com o documentário Desconstrução)
- 2007: Carioca Ao Vivo
[editar] Outros trabalhos
Livros
| Peças
| Filmes
|
[editar] Ver também
Referências
- ↑ http://www.allmusic.com/cg/amg.dll?p=amg&sql=11:aifwxqw5ldje
- ↑ Discografia de Chico Buarque. Chico Buarque. Página visitada em 17 de dezembro de 2011.
- ↑ CAVALCANTI, Paulo (1 de outubro de 2009). Nº 1 - Construção. ROLLING STONE BRASIL. Página visitada em 17 de dezembro de 2010.
- ↑ FOLHA DE S. PAULO (18 de março de 2011). Veja a lista das músicas mais votadas na enquete da Ilustrada. Folha. Página visitada em 17 de dezembro de 2011.
- ↑ a b HUNT, Jemima (18 de julho de 2004). The lionised king of Rio (em inglês). The Guardian. Página visitada em 27 de março de 2012.
- ↑ http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/332991.shtm
- ↑ http://www.pstu.org.br/jornal_materia.asp?id=2107&ida=0
- ↑ Marieta Severo fala do casamento com Chico Buarque. 45 Graus (23 de janeiro de 2009). Página visitada em 17 de dezembro de 2010.
- ↑ MASSON, Celso e LEITE, Virginie (11 de novembro de 1998). [http://veja.abril.com.br/111198/p_200.html Gotas de inspiração - Depois de cinco anos, Chico Buarque lança um disco que reflete sua crise criativa]. Veja. Página visitada em 17 de dezembro de 2010.
- ↑ Entrevista com Chico Buarque sobre seu livro Leite Derramado.
- ↑ a b http://www.chicobuarque.com.br/vida/vida.htm
- ↑ FOLHA ONLINE (30 de dezembro de 2002). Saiba mais sobre Ricardo Kotscho, secretário de imprensa de Lula. Folha. Página visitada em 17 de dezembro de 2002.
- ↑ Chico é preso por furtar um carro. Chico Buarque. Página visitada em 17 de dezembro de 2011.
- ↑ NUZZI, Vitor (4 de julho de 2004). Observatório da Imprensa - O retrato do artista. Chico Buarque. Página visitada em 19 de julho de 2004.
- ↑ Prêmio Jabuti: Edições Anteriores - Prêmio 1992.
- ↑ a b c Último Segundo: Prêmio Jabuti cria polêmica no meio literário.
- ↑ G1: Prêmio Jabuti anuncia 'mudanças significativas' em sua 53ª edição.
- ↑ HOLANDA, Bartolomeu Buarque de. Buarque : uma família brasileira : ensaio histórico-genealógico. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2007.
- ↑ O circo místico (e mágico) na maturidade de um ballet.
[editar] Bibliografia
- ALBIN, Ricardo Cravo (Criação e Supervisão Geral). Dicionário Houaiss Ilustrado da Música Popular Brasileira. Rio de Janeiro: Paracatu, 2006.
- CARVALHO, Gilberto de. Chico Buarque, Análise Poético-musical. Rio de Janeiro: Editora CODECRI, 1982.
- CÉSAR, Ligia Vieira. Poesia e Política nas Canções de Bob Dylan e Chico Buarque. São Paulo: Editora Estação Liberdade, 1993.
- CHEDIAK, Almir. Songbook Chico Buarque (4 volumes). Rio de Janeiro: Lumiar Editora, 1999.
- DINIZ, Júlio. "A voz e seu dono – poética e metapoética na canção de Chico Buarque de Hollanda". In. FERNANDES, Rinaldo de (Org.). Chico Buarque do Brasil. Rio de Janeiro: Garamond / Biblioteca Nacional, 2004, pp. 259–271.
- DINIZ, Júlio. "O compositor e a cidade". In Letterature D’America, anno XXIV, n.102. Roma: Facoltá di Scienze Umanistiche dell’Universitá di Roma "La Sapienza" / Bulzoni Editore, 2004, pp. 149-168.
- FERNANDES, Rinaldo. Chico Buarque do Brasil. Rio de Janeiro: Editora Garamond, 2004.
- FONTES, Maria Helena Sansão. Sem Fantasia - Masculino e Feminino em Chico Buarque. Rio de Janeiro: Graphia Editorial, 2003.
- MENESES, Adélia Bezerra de. Desenho Mágico - Poesia e Política em Chico Buarque. São Paulo: Ateliê Editorial, 2000.
- MORAIS JUNIOR, Luis Carlos de. O Sol nasceu pra todos:a História Secreta do Samba. Rio de Janeiro: Litteris, 2011.
- MENESES, Adélia Bezerra de. Figuras do Feminino na Canção de Chico Buarque. São Paulo: Ateliê Editorial, 2000.
- NEPOMUCENO, Eric, WERNECK, Humberto e JOBIM, Tom. Chico Buarque - Letra e música. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.
- SILVA, Anazildo Vasconcelos da. A poética de Chico Buarque. Rio de Janeiro: Editora Sophos, 1974.
- SILVA, Fernando de Barros. Chico Buarque na Coleção Folha explica. São Paulo: Publifolha, 2004.
- TABORDA, Felipe (Org.). A Imagem do Som de Chico Buarque: 80 composições de Chico Buarque interpretadas por 80 artistas contemporâneos. Rio de Janeiro: Editora Francisco Alves, 1999.
- TELES, Viriato. "A Arte por Via das Dúvidas". In Bocas de Cena. Porto: Campo das Letras, 2003.
- URICH, Silvia e ECHEPARE, Roberto. Chico Buarque. Argentina: Gray Edciones, 1985.
- ZAPPA, Regina. Chico Buarque Perfis do Rio. Rio de Janeiro: Editora Zumara, 1999.
Nenhum comentário:
Postar um comentário